quinta-feira, 9 de agosto de 2018



O que levar em consideração ao comprar uma roçadeira?
Você precisa de uma roçadeira para limpar uma área maior, capim alto, vegetação rasteira ou cortar arbustos e pequenas árvores? Aqui estão algumas coisas para levar em consideração antes de comprar uma roçadeira.
As roçadeiras são uma grande ajuda para proprietários de terras e de florestas. Elas são usadas para tudo, desde cuidar do gramado à limpeza de matos altos, pequenas árvores e arbustos. Se você souber no que ela será usada, poderemos ajudá-lo a fazer a escolha certa.
Pretende usá-lo de forma profissional?
Para uso profissional, é importante escolher uma roçadeira de maior durabilidade ou que seja ideal para o que você está pensando em fazer. A Husqvarna oferece roçadeiras com alto desempenho para longas jornadas deixando o trabalho de profissionais muito mais fáceis, sem desgastes e são construídas para utilização confortável durante longos dias de trabalho.
Que tamanho devo escolher?
Para os usuários profissionais, é importante escolher o tamanho certo da roçadeira, em vez de simplesmente selecionar o modelo mais forte. Um motor potente ajudará a cortar com mais facilidade uma vegetação mais resistente, mas uma máquina mais forte também será mais pesada. O que pode ser cansativo se você trabalhar por longos períodos, reduzindo sua produtividade. Portanto, como profissional, o ideal é ter várias opções de roçadeiras, assim, a roçadeira será escolhida dependendo do trabalho que estiver realizando. Já o consumidor médio deve verificar se a máquina é potente o bastante para lidar facilmente com o trabalho escolhido.
Perfeito para o proprietário rural
Se o trabalho for executado em uma propriedade de pequeno e/ou médio porte ou um jardim com arbustos, cercas vivas e pequenas árvores, uma roçadeira de médio porte será perfeita para o trabalho. Você pode mudar as extremidades por lâminas se estiver cortando grama ou uma vegetação mais resistente. Essas roçadeiras são confortáveis, versáteis e fáceis de usar.
É fácil de usar?
Ao escolher uma roçadeira considere também a facilidade de mudar as lâminas de corte e os cabeçotes. Verifique se é fácil trocar a linha ao usar o cabeçote da roçadeira e se o mecanismo de alimentação é prático. As roçadeiras Husqvarna usam o sistema de alimentação Tap'n Go, no qual a linha do cabeçote é alimentada automaticamente quando pressionado contra o solo.
Coisas a considerar ao escolher uma roçadeira

  1. É importante que a roçadeira seja fácil para ligar, especialmente se você é inexperiente.
  2. Uma alta potência, um alto torque e uma taxa de aceleração rápida são importantes ao cortar a vegetação, mas não escolha uma máquina desnecessariamente pesada se você precisar utilizá-la por longos períodos.
  3. Verifique se o cinturão distribui a carga, para maior conforto e eficiência.
  4. Verifique se o guidão pode ser inclinado em relação ao eixo, para evitar que a carga seja colocada de forma irregular em suas costas.
  5. Verifique se o guidão pode ser dobrado, para transporte e armazenamento.
  6. Os nossos motores têm controles de emissões, beneficiando não só o seu ambiente de trabalho, como o meio ambiente de forma geral.
FONTE: https://www.husqvarna.com/br/gramados-e-jardim/como-comecar/ferramentas/comprando-uma-rocadeira/

segunda-feira, 9 de abril de 2018

A IMPORTÂNCIA DA SIMBOLOGIA

NÃO FAÇA PARTE DAS ESTATÍSTICAS QUE DIZEM QUE BRASILEIRO NÃO LÊ MANUAL !

LEIA O MANUAL DO OPERADOR QUE VEM JUNTO A SUA MÁQUINA. CASO TENHA UMA MÁQUINA USADA E NÃO POSSUA O MANUAL ENTRE EM CONTATO CONOSCO QUE NA MEDIDA DO POSSÍVEL LHE AJUDAREMOS.
NESTA POSTAGEM GOSTARIA DE SALIENTAR OS SÍMBOLOS IMPORTANTES PARA O BOM ANDAMENTO DO TRABALHO E PARA SEGURANÇA DO OPERADOR.

CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMENTAR

quinta-feira, 20 de março de 2014

Roçadeiras de 2 tempos ou 4 tempos: quais as principais diferenças?

Postado: 19 de dezembro de 2013 ˑ Postado em: Roçadeiras ˑ  Sem Comentários
Já falamos aqui sobre pontos importantes das roçadeiras, como os equipamentos de segurança, dicas, sugestões e indicações de alguns modelos, porém, uma dúvida recorrente é sobre a diferença entre uma roçadeira de 2 tempos ou de 4 tempos, portanto, hoje vamos ver um pouco mais sobre este importante aspecto da sua roçadeira.
As roçadeiras de 2 tempos são mais tradicionais e quem estiver a procura de uma é bem provável que seja para substituir uma da mesma marca e modelo ou por questões de valor investido. Uma das vantagens dasroçadeiras com motores 2 tempos é o fato delas trabalharem em qualquer posição, visto que o óleo misturado com o combustível estará o tempo todo lubrificando o motor.
Já as roçadeiras com motor 4 tempos são considerados mais ecológicos por emitir menos gases poluentes na atmosfera. Elas são menores, mais leves e ainda assim, mais potentes. Entretanto, é necessário um cuidado especial em relação ao óleo que nunca pode faltar no recipiente, se isso acontecer, o motor irá fundir! Outro cuidado é relativo a inclinação, já que o bico que manda gasolina para o motor tem uma limitação para a posição que é trabalhada.

2 TEMPOS      

4 TEMPOS





Mas, no final de tudo o que realmente interessa é responder a questão: qual a melhor roçadeira do mercado? E é óbvio que não é tão simples assim respondê-la, o que podemos dizer é que nos últimos anos tem aumentado muito a oferta de modelos de roçadeiras com motor quatro tempos.
A tecnologia empregada nelas fizeram com que as roçadeiras 4 tempos evoluíssem muito, reduzindo suas dimensões, aperfeiçoando o sistema de lubrificação que permite a realização do trabalho em qualquer posição.
Abaixo outras vantagens das roçadeiras de 4 tempos:
·         Menor desgaste e vida útil mais longa devido ao sistema de lubrificação aperfeiçoado;
·         Não requer óleo especial de dois tempos com cada tanque de gasolina, melhorando o custo-benefício.
·         Menor emissão de poluentes;
·         A roçadeira 4 tempos tem uma emissão de ruído baixo;
Entretanto, há uma grande vantagem ainda com as roçadeiras de 2 tempos o custo, que é razoavelmente menor e a depender daquilo que se tem para fazer este pode ser o diferencial na escolha.
Enfim, ao comprar sua roçadeira leve em consideração todos estes quesitos e, o mais importante, onde será usada e qual o trabalho que será feito com ela.
http://www.amelhorrocadeira.com.br/rocadeiras-de-2-tempos-ou-4-tempos-quais-principais-diferencas/


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

COMO COLOCAR UMA ROÇADEIRA EM FUNCIONAMENTO

CONTINUANDO COM OS CLIENTES QUE COMPRAM MÁQUINAS PELA INTERNET... ACHAMOS IMPORTANTE A ORIENTAÇÃO DE COMO COLOCAR A ROÇADEIRA EM FUNCIONAMENTO E PARA ISSO ACHAMOS UM VÍDEO MUITO BOM SOBRE ESSE ASSUNTO. ATENTE PARA AS OBSERVAÇÕES DO INSTRUTOR, POIS AS MÁQUINAS POSSUEM AS MESMAS FUNCIONALIDADES E MECANISMOS. EXEMPLO: TODA MÁQUINA A GASOLINA TERÁ UM AFOGADOR E UM BOTÃO DE MEIA ACELERAÇÃO PARA AUXILIAR A PARTIDA COM O MOTOR FRIO, UM BOTÃO DE STOP E START PARA LIGAR E DESLIGAR E UM ACELERADOR COM MECANISMO DE SEGURANÇA ( UM BOTÃO PRECISA SER ACIONADO PARA QUE O ACELERADOR FUNCIONE ). COM AS ORIENTAÇÕES DO GIVANILDO CAMPOS É POSSÍVEL COLOCAR QUALQUER ROÇADEIRA A GASOLINA EM FUNCIONAMENTO. VALEU GIVANILDO !!!

DEVIDO AO FATO DE MUITOS CLIENTES COMPRAREM MÁQUINAS PELA INTERNET E NÃO CONTAREM COM A ENTREGA TÉCNICA ( MONTAGEM E INSTRUÇÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO ), ESTAMOS DISPONIBILIZANDO UM VÍDEO EXCELENTE SOBRE O TEMA. PARABÉNS AO SÉRGIO OLIVEIRA PELA INICIATIVA DE ORIENTAR SEUS CLIENTES E MUITOS OUTROS OPERADORES DE ROÇADEIRA.

LUBRIFICAÇÃO. UM TEMA QUE DEVE SER LEVADO A SÉRIO



A vida útil de seu equipamento depende dos combustíveis e lubrificantes usados.
Use somente óleo STIHL na proporção de 1:50, ou seja, um litro de óleo STIHL para 50 litros de gasolina comum.
Na falta do óleo STIHL sugerimos óleo 2 tempos na proporção de 1:25.
Corrente da Motosserra:
Use qualquer óleo 30, 40 ou 90, limpo, ou Castrol Magma PM, jamais use óleo queimado, diesel ou dois tempos
Conjunto de Engrenagens da Roçadeira:
A cada 50 horas coloque de 05 a 10gr de graxa para rolamentos.

OBS.: A DIFERENÇA ENTRE OS ÓLEOS E CONSEQUENTEMENTE ENTRE AS PROPORÇÕES DAS MISTURAS OCORRE DEVIDO A CLASSIFICAÇÃO E TECNOLOGIA DO ÓLEO. NO CASO DO ÓLEO DA STIHL COM PROPORÇÃO DE 50:1, EXPLICA-SE DEVIDO A COMPOSIÇÃO SINTÉTICA DO ÓLEO. NA OUTRA POSSIBILIDADE (25:1) TEMOS O ÓLEO MINERAL. OS ÓLEOS SINTÉTICOS POSSUEM QUALIDADE INFINITAMENTE SUPERIOR AO MINERAL. É UMA QUESTÃO DE TECNOLOGIA!!!

ÓLEO SINTÉTICO
São, ao contrário dos óleos minerais, produzidos artificialmente. Eles possuem, na maioria das vezes, um bom comportamento de viscosidade-temperatura com pouca tendência de coqueificação (processo pelo qual o carvão mineral, ao ser submetido a temperaturas elevadas na ausência de oxigênio, libera gases presentes em sua estrutura, originando um resíduo sólido poderoso e infusível, que é o coque. Este é um processo químico, na medida em que envolve quebra de moléculas) em temperaturas elevadas, baixo ponto de solidificação em baixas temperaturas, alta resistência contra temperatura e influências químicas. Quando falamos em óleos sintéticos temos de distinguir cinco tipos diferentes:
1. Hidrocarbonetos sintéticos
Entre os hidrocarbonetos sintéticos destacam-se hoje com maior importância de um lado os polialfaoleofinas (PAO) e os óleos hidrocraqueados. Estes óleos são fabricados a partir de óleos minerais, porém levam um processo de sintetização, o qual elimina os radicais livres e impurezas, deixando-os assim mais estável a oxidação. Também se consegue através desde processo um comportamento excelente em ralação viscosidade-temperatura. Estes hidrocarbonetos semi-sintéticos atingem IV (Índices de Viscosidade) até 150.
2. Poliolésteres
Para a fabricação de lubrificantes especiais, fluidos de freios, óleos hidráulicos e fluidos de corte os poli-alquileno-glicois, miscivel ou não miscivel em água tem hoje cada vez mais importância.
3. Diésteres
São ligações entre ácidos e alcoóis através da perda de água. Certos grupos formam óleos de ester que são usados para a lubrificação e, também, fabricação de graxas lubrificantes.Os diésteres estão hoje aplicados em grande escala em todas as turbinas da aviação civil por resistir melhor a altas e baixas temperaturas e rotações elevadíssimas. Dos óleos sintéticos eles têm o maior consumo mundial.
4. Óleos de silicone
Os silicones destacam-se pela altíssima resistência contra temperaturas baixas, altas e envelhecimento, como também pelo seu comportamento favorável quanto ao índice de viscosidade. Para a produção de lubrificantes destacam-se os Fenil-polisiloxanes e Methil-polisiloxanes. Grande importância tem os Fluorsilicones na elaboração de lubrificantes resistentes a influência de produtos químicos, tais como solventes, ácidos etc.
5. Poliésteres Perfluorados
Óleos de flúor- e fluorclorocarbonos tem uma estabilidade extraordinária contra influência química. Eles são quimicamente inertes, porém em temperaturas acima de 260°C eles tendem a craquear e liberar vapores tóxicos.

ÓLEOS MINERAIS

São usados como lubrificantes com uma adequada viscosidade, originados de petróleos crus  e beneficiados através de refinação. As propriedades e qualidades destes lubrificantes dependem da proveniência e da viscosidade do petróleo cru.
Quando falamos em óleos minerais temos de distinguir três tipos:

Óleo mineral de base parafínico

O nome Parafina, de origem Latim, indica que estas ligas químicas são relativamente estáveis e resistentes e não podem ser modificadas facilmente com influências químicas. Sendo assim as parafinas tendem a não oxidar em temperaturas ambientes ou  levemente elevadas. Nos lubrificantes eles são partes resistentes e preciosas, que não envelhecem ou somente oxidam de forma lenta. Contem em sua composição química hidrocarbonetos de parafina em maior proporção, demonstram uma densidade menor  e é menos sensível a alteração de viscosidade/temperatura. A grande desvantagem é seu comportamento em temperaturas baixas: as parafinas tendem a sedimentar-se.

Óleo mineral de base naftênico

Enquanto os hidrocarbonetos parafinicos formam em sua estrutura molecular correntes, os naftêncios formam em sua maioria ciclos. Os naftenicos em geral são usados, quando necessitamos produzir lubrificantes para baixas temperaturas. Desvantagem dos naftênicos é sua incompatibilidade com materiais sintéticos e elastômeros.

Óleo mineral de base misto

Para atender as características de lubrificantes conforme necessidade e campo de aplicação a maioria dos óleos minerais é misturada com base naftêncio ou parafínico em quantidades variados.




terça-feira, 17 de setembro de 2013



Vídeo explicativo sobre manutenção preventiva. Muito bom !!! Parabéns ao técnico Luiz.


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Todo cuidado é pouco !!! Ao trabalharmos com equipamentos cortantes devemos redobrar a atenção e nos prepararmos com todo aparato de segurança necessário ao trabalho.

PREPARO PARA O TRABALHO






MOTOR 4 TEMPOS


Pontos Mortos e Curso: Durante seu movimento no interior do cilindro, o pistão atinge dois pontos extremos que são o Ponto Morto Superior (PMS) e o Ponto Morto Inferior (PMI). A distância entre os dois pontos mortos chama-se Curso.

1- Princípio de funcionamento
O motor a pistão não parte por si só. É preciso girá-lo algumas vezes até ocorrer a primeira combustão no cilindro. O funcionamento do motor ocorre através da repetição de ciclos. Um ciclo é formado pela seqüência de quatro etapas denominadas tempos, durante os quais ocorrem as chamadas seis fases.

2. Primeiro Tempo: ADMISSÃO

O primeiro tempo chama-se “admissão” e corresponde ao movimento do pistão do PMS (Ponto Morto Superior) para o PMI (Ponto Morto Inferior) com a válvula de admissão aberta. Nesse tempo, ocorre a primeira fase, que chama-se também “admissão”, porque o pistão aspira a mistura de ar e combustível para dentro do cilindro. Quando o pistão chega ao PMI, a válvula de admissão fecha-se, e a mistura fica presa dentro do cilindro. O mecanismo que abre e fecha as válvulas chama-se sistema de comando de válvulas.

3. Segundo Tempo: COMPRESSÃO

O segundo tempo chama-se “compressão”, e corresponde ao movimento do pistão PMI para o PMS com as duas válvulas fechadas. Nesse tempo, ocorre a segunda fase, que também chama-se “compressão”, porque o pistão comprime a mistura de ar e combustível que ficou presa dentro do cilindro. À primeira vista, a compressão parece ser um desperdício de trabalho, mas sem a mesma, a combustão produziria pouca potência mecânica e a energia do combustível perder-se-ia sob forma de calor.

4. Terceiro Tempo: TEMPO MOTOR

Antes do 3º tempo, ocorre a terceira fase, denominada “ignição”, quando a vela produz uma faísca, dando início à 4ª fase, que é a “combustão”. O terceiro tempo (Tempo Motor), corresponde à descida do pistão do PMI para o PMS, provocada pela forte pressão dos gases queimados que se expandem. Essa é a 5ª fase de funcionamento do motor, e chama-se “expansão” ou "explosão". O motor pode agora funcionar sozinho, pois o impulso dado é suficiente para mantê-lo girando até a próxima combustão.

5. Quarto Tempo: EXAUSTÃO

O quarto tempo chama-se “escapamento”, “escape” ou “descarga”, e corresponde à subida do pistão do PMI para o PMS com a válvula de escapamento aberta. Nesse tempo ocorre a 6ª fase, que chama-se também “exaustão”, porque os gases queimados são expulsos do cilindro pelo pistão. Quando este chega ao PMI a válvula de exaustão fecha-se, encerrando o primeiro ciclo, e então tudo se repete, na mesma seqüência.

Notas: Podemos que tempo é o conjunto das fases que ocorrem quando o pistão percorre um curso.

MOTOR 2 TEMPOS

1. O motor a dois tempos recebe esse nome porque seu ciclo é constituído por apenas dois tempos, conforme, veremos no item seguinte. Mecanicamente, ele é bastante simples e possui poucas peças móveis. O próprio pistão funciona como válvula deslizante, abrindo e fechando janelas( localizadas no bloco - "camisas" ), por onde a mistura é admitida e os gases queimados são expulsos.

2. Primeiro Tempo: Admitindo que o motor já esteja em funcionamento, o pistão sobe comprimindo a mistura no cilindro e produzindo uma rarefação ou depressão no cárter. Aproximando-se do PMS, dá-se a ignição e a combustão da mistura. Ao mesmo tempo, dá-se a admissão da mistura nova no cárter, devido à rarefação que se formou durante a subida do pistão.

3. Segundo Tempo: Neste tempo, os gases da combustão se expandem, fazendo o pistão descer, comprimindo a mistura no cárter. Aproximando-se o PMI, o pistão abre a janela de exaustão, permitindo a saída dos gases queimados. A seguir abre-se a janela de transferência, e a mistura comprimida no cárter invade o cilindro, expulsando os gases queimados.

Nota: Durante o ciclo de dois tempos ocorrem também seis fases como no motor a quatro tempos, das quais quatro (admissão, compressão, ignição e combustão) ocorrem no primeiro tempo e duas (expansão e exaustão) no segundo tempo.

4. Vantagens e desvantagens: O motor a dois tempos é mais simples, mais leve e mais potente que o motor a quatro tempos, porque produz um tempo motor em cada volta do eixo de manivelas. Seu rendimento é melhor em relação ao giro final.
Além disso, seu custo é menor, sendo por isso muito utilizado em aviões ultra-leves , autogiros e motores para embarcações.

Desvantagens:

a) É pouco econômico, porque uma parte da mistura admitida no cilindro foge juntamente com os gases queimados;
b) Após o escapamento, uma parte dos gases queimados permanece no cilindro, contaminando a mistura nova admitida;
c) O motor a dois tempos se aquece mais, porque as combustões ocorrem com maior freqüência;
d) A lubrificação é imperfeita, porque é preciso fazê-la através do óleo diluído no combustível;
e) O motor é menos flexível do que o de quatro tempos, isto é, a sua eficiência diminui mais acentuadamente quando variam as condições de rotação, altitude, temperatura, etc...

OBS.: Texto adaptado - www.rcmasters.com.br