A vida útil de seu equipamento depende dos combustíveis e
lubrificantes usados.
Use somente óleo STIHL
na proporção de 1:50, ou seja, um litro de óleo STIHL para 50 litros de
gasolina comum.
Na falta do óleo STIHL
sugerimos óleo 2 tempos na proporção de 1:25.
Corrente da Motosserra:
Use qualquer óleo 30, 40 ou 90, limpo, ou Castrol Magma PM, jamais use óleo queimado, diesel ou dois tempos
Use qualquer óleo 30, 40 ou 90, limpo, ou Castrol Magma PM, jamais use óleo queimado, diesel ou dois tempos
Conjunto de Engrenagens
da Roçadeira:
A cada 50 horas coloque de 05 a 10gr de graxa para rolamentos.
A cada 50 horas coloque de 05 a 10gr de graxa para rolamentos.
Adaptação: http://www.karlkurz.com.br/site/dicas-uteis/
OBS.: A DIFERENÇA
ENTRE OS ÓLEOS E CONSEQUENTEMENTE ENTRE AS PROPORÇÕES DAS MISTURAS OCORRE
DEVIDO A CLASSIFICAÇÃO E TECNOLOGIA DO ÓLEO. NO CASO DO ÓLEO DA STIHL COM
PROPORÇÃO DE 50:1, EXPLICA-SE DEVIDO A COMPOSIÇÃO SINTÉTICA DO ÓLEO. NA OUTRA
POSSIBILIDADE (25:1) TEMOS O ÓLEO MINERAL. OS ÓLEOS SINTÉTICOS POSSUEM
QUALIDADE INFINITAMENTE SUPERIOR AO MINERAL. É UMA QUESTÃO DE TECNOLOGIA!!!
ÓLEO
SINTÉTICO
São, ao contrário dos óleos minerais, produzidos
artificialmente. Eles possuem, na maioria das vezes, um bom comportamento de
viscosidade-temperatura com pouca tendência de coqueificação (processo pelo qual
o carvão mineral, ao ser submetido a temperaturas elevadas na ausência de
oxigênio, libera gases presentes em sua estrutura, originando um resíduo
sólido poderoso e infusível, que é o coque. Este é um processo químico, na
medida em que envolve quebra de moléculas) em temperaturas elevadas, baixo ponto de
solidificação em baixas temperaturas, alta resistência contra temperatura e
influências químicas. Quando falamos em óleos sintéticos temos de distinguir
cinco tipos diferentes:
1. Hidrocarbonetos sintéticos
Entre os hidrocarbonetos sintéticos destacam-se
hoje com maior importância de um lado os polialfaoleofinas (PAO) e os óleos
hidrocraqueados. Estes óleos são fabricados a partir de óleos minerais, porém
levam um processo de sintetização, o qual elimina os radicais livres e
impurezas, deixando-os assim mais estável a oxidação. Também se consegue
através desde processo um comportamento excelente em ralação
viscosidade-temperatura. Estes hidrocarbonetos semi-sintéticos atingem IV (Índices
de Viscosidade) até 150.
2. Poliolésteres
Para a fabricação de lubrificantes especiais,
fluidos de freios, óleos hidráulicos e fluidos de corte os
poli-alquileno-glicois, miscivel ou não miscivel em água tem hoje cada vez
mais importância.
3. Diésteres
São ligações entre ácidos e alcoóis através da
perda de água. Certos grupos formam óleos de ester que são usados para a
lubrificação e, também, fabricação de graxas lubrificantes.Os diésteres estão
hoje aplicados em grande escala em todas as turbinas da aviação civil por
resistir melhor a altas e baixas temperaturas e rotações elevadíssimas. Dos
óleos sintéticos eles têm o maior consumo mundial.
4. Óleos de silicone
Os silicones destacam-se pela altíssima
resistência contra temperaturas baixas, altas e envelhecimento, como também
pelo seu comportamento favorável quanto ao índice de viscosidade. Para a
produção de lubrificantes destacam-se os Fenil-polisiloxanes e Methil-polisiloxanes.
Grande importância tem os Fluorsilicones na elaboração de lubrificantes
resistentes a influência de produtos químicos, tais como solventes, ácidos
etc.
5. Poliésteres Perfluorados
Óleos de flúor- e fluorclorocarbonos tem uma
estabilidade extraordinária contra influência química. Eles são quimicamente
inertes, porém em temperaturas acima de 260°C eles tendem a craquear e
liberar vapores tóxicos.
ÓLEOS MINERAIS
São usados como
lubrificantes com uma adequada viscosidade, originados de petróleos crus
e beneficiados através de refinação. As propriedades e qualidades destes lubrificantes dependem da proveniência
e da viscosidade do petróleo cru.
Quando falamos em óleos minerais temos de distinguir três tipos:
Óleo mineral de base parafínico
O nome Parafina, de origem Latim, indica
que estas ligas químicas são relativamente estáveis e resistentes e não podem
ser modificadas facilmente com influências químicas. Sendo assim as
parafinas tendem a não oxidar em temperaturas ambientes ou levemente elevadas. Nos
lubrificantes eles são partes resistentes e preciosas, que não envelhecem
ou somente oxidam de forma lenta. Contem em sua composição química
hidrocarbonetos de parafina em maior proporção, demonstram uma densidade
menor e é menos sensível a alteração de viscosidade/temperatura. A
grande desvantagem é seu comportamento em temperaturas baixas: as parafinas
tendem a sedimentar-se.
Óleo mineral de base naftênico
Enquanto os hidrocarbonetos parafinicos
formam em sua estrutura molecular correntes, os naftêncios formam em sua
maioria ciclos. Os naftenicos em geral são usados, quando necessitamos
produzir lubrificantes para baixas temperaturas. Desvantagem dos naftênicos é
sua incompatibilidade com materiais sintéticos e elastômeros.
Óleo mineral de base misto
Para atender as características de
lubrificantes conforme necessidade e campo de aplicação a maioria dos óleos
minerais é misturada com base naftêncio ou parafínico em quantidades variados. |


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