Manutenção de Roçadeiras, Motosserras e Motores de Popa na Região dos Lagos. Atendemos Condomínios. Orçamento Sem Compromisso. O Serviço Poderá ser Realizado no Local Onde Se Encontram os Equipamentos. 15 Anos de Experiência e Certificação do Fabricante. Serviços Com Garantia. Tel.: 22-988432813 ( OI ) meclaguna.blogspot.com / meclagos@gmail.com - Fábio
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
A IMPORTÂNCIA DA SIMBOLOGIA
NÃO FAÇA PARTE DAS ESTATÍSTICAS QUE DIZEM QUE BRASILEIRO NÃO LÊ MANUAL !
LEIA
O MANUAL DO OPERADOR QUE VEM JUNTO A SUA MÁQUINA. CASO TENHA UMA
MÁQUINA USADA E NÃO POSSUA O MANUAL ENTRE EM CONTATO CONOSCO QUE NA
MEDIDA DO POSSÍVEL LHE AJUDAREMOS.
NESTA POSTAGEM GOSTARIA DE SALIENTAR OS SÍMBOLOS IMPORTANTES PARA O BOM ANDAMENTO DO TRABALHO E PARA SEGURANÇA DO OPERADOR.
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quinta-feira, 20 de março de 2014
Roçadeiras de 2 tempos ou 4 tempos: quais as principais diferenças?
Postado: 19 de dezembro de 2013 ˑ Postado em: Roçadeiras ˑ Sem Comentários
Já falamos aqui sobre
pontos importantes das roçadeiras, como os equipamentos de segurança, dicas,
sugestões e indicações de alguns modelos, porém, uma dúvida recorrente é sobre
a diferença entre uma roçadeira de 2 tempos ou de 4 tempos, portanto, hoje
vamos ver um pouco mais sobre este importante aspecto da sua roçadeira.
As roçadeiras de 2 tempos são mais
tradicionais e quem estiver a procura de uma é bem provável que seja para
substituir uma da mesma marca e modelo ou por questões de valor investido. Uma
das vantagens dasroçadeiras com motores 2 tempos é o fato
delas trabalharem em qualquer posição, visto que o óleo misturado com o
combustível estará o tempo todo lubrificando o motor.
Já as roçadeiras com motor 4 tempos são considerados mais ecológicos por
emitir menos gases poluentes na atmosfera. Elas são menores, mais leves e ainda
assim, mais potentes. Entretanto, é necessário um cuidado especial em relação
ao óleo que nunca pode faltar no recipiente, se isso acontecer, o motor irá
fundir! Outro cuidado é relativo a inclinação, já que o bico que manda gasolina
para o motor tem uma limitação para a posição que é trabalhada.
Mas, no final de tudo o que realmente
interessa é responder a questão: qual a melhor roçadeira do
mercado? E é óbvio que não é tão simples assim respondê-la, o que podemos dizer
é que nos últimos anos tem aumentado muito a oferta de modelos de roçadeiras
com motor quatro tempos.
A tecnologia empregada nelas fizeram com que as roçadeiras 4 tempos
evoluíssem muito, reduzindo suas dimensões, aperfeiçoando o sistema de
lubrificação que permite a realização do trabalho em qualquer posição.
Abaixo outras vantagens das roçadeiras de 4 tempos:
·
Menor desgaste e vida útil mais longa devido ao sistema de lubrificação
aperfeiçoado;
·
Não requer óleo especial de dois tempos com cada tanque de gasolina,
melhorando o custo-benefício.
·
Menor emissão de poluentes;
·
A roçadeira 4 tempos tem uma emissão de ruído baixo;
Entretanto, há uma grande vantagem ainda com as roçadeiras de 2 tempos o
custo, que é razoavelmente menor e a depender daquilo que se tem para fazer
este pode ser o diferencial na escolha.
Enfim, ao comprar sua roçadeira leve em consideração todos estes
quesitos e, o mais importante, onde será usada e qual o trabalho que será feito
com ela.
http://www.amelhorrocadeira.com.br/rocadeiras-de-2-tempos-ou-4-tempos-quais-principais-diferencas/
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
COMO COLOCAR UMA ROÇADEIRA EM FUNCIONAMENTO
CONTINUANDO COM OS CLIENTES QUE COMPRAM MÁQUINAS PELA INTERNET... ACHAMOS IMPORTANTE A ORIENTAÇÃO DE COMO COLOCAR A ROÇADEIRA EM FUNCIONAMENTO E PARA ISSO ACHAMOS UM VÍDEO MUITO BOM SOBRE ESSE ASSUNTO. ATENTE PARA AS OBSERVAÇÕES DO INSTRUTOR, POIS AS MÁQUINAS POSSUEM AS MESMAS FUNCIONALIDADES E MECANISMOS. EXEMPLO: TODA MÁQUINA A GASOLINA TERÁ UM AFOGADOR E UM BOTÃO DE MEIA ACELERAÇÃO PARA AUXILIAR A PARTIDA COM O MOTOR FRIO, UM BOTÃO DE STOP E START PARA LIGAR E DESLIGAR E UM ACELERADOR COM MECANISMO DE SEGURANÇA ( UM BOTÃO PRECISA SER ACIONADO PARA QUE O ACELERADOR FUNCIONE ). COM AS ORIENTAÇÕES DO GIVANILDO CAMPOS É POSSÍVEL COLOCAR QUALQUER ROÇADEIRA A GASOLINA EM FUNCIONAMENTO. VALEU GIVANILDO !!!
DEVIDO AO FATO DE MUITOS CLIENTES COMPRAREM MÁQUINAS PELA INTERNET E NÃO CONTAREM COM A ENTREGA TÉCNICA ( MONTAGEM E INSTRUÇÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO ), ESTAMOS DISPONIBILIZANDO UM VÍDEO EXCELENTE SOBRE O TEMA. PARABÉNS AO SÉRGIO OLIVEIRA PELA INICIATIVA DE ORIENTAR SEUS CLIENTES E MUITOS OUTROS OPERADORES DE ROÇADEIRA.
LUBRIFICAÇÃO. UM TEMA QUE DEVE SER LEVADO A SÉRIO
A vida útil de seu equipamento depende dos combustíveis e
lubrificantes usados.
Use somente óleo STIHL
na proporção de 1:50, ou seja, um litro de óleo STIHL para 50 litros de
gasolina comum.
Na falta do óleo STIHL
sugerimos óleo 2 tempos na proporção de 1:25.
Corrente da Motosserra:
Use qualquer óleo 30, 40 ou 90, limpo, ou Castrol Magma PM, jamais use óleo queimado, diesel ou dois tempos
Use qualquer óleo 30, 40 ou 90, limpo, ou Castrol Magma PM, jamais use óleo queimado, diesel ou dois tempos
Conjunto de Engrenagens
da Roçadeira:
A cada 50 horas coloque de 05 a 10gr de graxa para rolamentos.
A cada 50 horas coloque de 05 a 10gr de graxa para rolamentos.
Adaptação: http://www.karlkurz.com.br/site/dicas-uteis/
OBS.: A DIFERENÇA
ENTRE OS ÓLEOS E CONSEQUENTEMENTE ENTRE AS PROPORÇÕES DAS MISTURAS OCORRE
DEVIDO A CLASSIFICAÇÃO E TECNOLOGIA DO ÓLEO. NO CASO DO ÓLEO DA STIHL COM
PROPORÇÃO DE 50:1, EXPLICA-SE DEVIDO A COMPOSIÇÃO SINTÉTICA DO ÓLEO. NA OUTRA
POSSIBILIDADE (25:1) TEMOS O ÓLEO MINERAL. OS ÓLEOS SINTÉTICOS POSSUEM
QUALIDADE INFINITAMENTE SUPERIOR AO MINERAL. É UMA QUESTÃO DE TECNOLOGIA!!!
ÓLEO
SINTÉTICO
São, ao contrário dos óleos minerais, produzidos
artificialmente. Eles possuem, na maioria das vezes, um bom comportamento de
viscosidade-temperatura com pouca tendência de coqueificação (processo pelo qual
o carvão mineral, ao ser submetido a temperaturas elevadas na ausência de
oxigênio, libera gases presentes em sua estrutura, originando um resíduo
sólido poderoso e infusível, que é o coque. Este é um processo químico, na
medida em que envolve quebra de moléculas) em temperaturas elevadas, baixo ponto de
solidificação em baixas temperaturas, alta resistência contra temperatura e
influências químicas. Quando falamos em óleos sintéticos temos de distinguir
cinco tipos diferentes:
1. Hidrocarbonetos sintéticos
Entre os hidrocarbonetos sintéticos destacam-se
hoje com maior importância de um lado os polialfaoleofinas (PAO) e os óleos
hidrocraqueados. Estes óleos são fabricados a partir de óleos minerais, porém
levam um processo de sintetização, o qual elimina os radicais livres e
impurezas, deixando-os assim mais estável a oxidação. Também se consegue
através desde processo um comportamento excelente em ralação
viscosidade-temperatura. Estes hidrocarbonetos semi-sintéticos atingem IV (Índices
de Viscosidade) até 150.
2. Poliolésteres
Para a fabricação de lubrificantes especiais,
fluidos de freios, óleos hidráulicos e fluidos de corte os
poli-alquileno-glicois, miscivel ou não miscivel em água tem hoje cada vez
mais importância.
3. Diésteres
São ligações entre ácidos e alcoóis através da
perda de água. Certos grupos formam óleos de ester que são usados para a
lubrificação e, também, fabricação de graxas lubrificantes.Os diésteres estão
hoje aplicados em grande escala em todas as turbinas da aviação civil por
resistir melhor a altas e baixas temperaturas e rotações elevadíssimas. Dos
óleos sintéticos eles têm o maior consumo mundial.
4. Óleos de silicone
Os silicones destacam-se pela altíssima
resistência contra temperaturas baixas, altas e envelhecimento, como também
pelo seu comportamento favorável quanto ao índice de viscosidade. Para a
produção de lubrificantes destacam-se os Fenil-polisiloxanes e Methil-polisiloxanes.
Grande importância tem os Fluorsilicones na elaboração de lubrificantes
resistentes a influência de produtos químicos, tais como solventes, ácidos
etc.
5. Poliésteres Perfluorados
Óleos de flúor- e fluorclorocarbonos tem uma
estabilidade extraordinária contra influência química. Eles são quimicamente
inertes, porém em temperaturas acima de 260°C eles tendem a craquear e
liberar vapores tóxicos.
ÓLEOS MINERAIS
São usados como
lubrificantes com uma adequada viscosidade, originados de petróleos crus
e beneficiados através de refinação. As propriedades e qualidades destes lubrificantes dependem da proveniência
e da viscosidade do petróleo cru.
Quando falamos em óleos minerais temos de distinguir três tipos:
Óleo mineral de base parafínico
O nome Parafina, de origem Latim, indica
que estas ligas químicas são relativamente estáveis e resistentes e não podem
ser modificadas facilmente com influências químicas. Sendo assim as
parafinas tendem a não oxidar em temperaturas ambientes ou levemente elevadas. Nos
lubrificantes eles são partes resistentes e preciosas, que não envelhecem
ou somente oxidam de forma lenta. Contem em sua composição química
hidrocarbonetos de parafina em maior proporção, demonstram uma densidade
menor e é menos sensível a alteração de viscosidade/temperatura. A
grande desvantagem é seu comportamento em temperaturas baixas: as parafinas
tendem a sedimentar-se.
Óleo mineral de base naftênico
Enquanto os hidrocarbonetos parafinicos
formam em sua estrutura molecular correntes, os naftêncios formam em sua
maioria ciclos. Os naftenicos em geral são usados, quando necessitamos
produzir lubrificantes para baixas temperaturas. Desvantagem dos naftênicos é
sua incompatibilidade com materiais sintéticos e elastômeros.
Óleo mineral de base misto
Para atender as características de
lubrificantes conforme necessidade e campo de aplicação a maioria dos óleos
minerais é misturada com base naftêncio ou parafínico em quantidades variados. |
terça-feira, 17 de setembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Todo cuidado é pouco !!! Ao trabalharmos com equipamentos cortantes devemos redobrar a atenção e nos prepararmos com todo aparato de segurança necessário ao trabalho.
PREPARO PARA O TRABALHO
PREPARO PARA O TRABALHO
Manual de Instrução Shindaiwa / http://img.americanas.com.br/produtos/01/00/manual/6087440.pdf
MOTOR 4 TEMPOS
Pontos Mortos e Curso: Durante seu movimento no interior do cilindro, o pistão atinge dois pontos extremos que são o Ponto Morto Superior (PMS) e o Ponto Morto Inferior (PMI). A distância entre os dois pontos mortos chama-se Curso.
1- Princípio de funcionamento
O motor a pistão não parte por si só. É preciso girá-lo algumas vezes até ocorrer a primeira combustão no cilindro. O funcionamento do motor ocorre através da repetição de ciclos. Um ciclo é formado pela seqüência de quatro etapas denominadas tempos, durante os quais ocorrem as chamadas seis fases.
2. Primeiro Tempo: ADMISSÃO
O primeiro tempo chama-se “admissão” e corresponde ao movimento do pistão do PMS (Ponto Morto Superior) para o PMI (Ponto Morto Inferior) com a válvula de admissão aberta. Nesse tempo, ocorre a primeira fase, que chama-se também “admissão”, porque o pistão aspira a mistura de ar e combustível para dentro do cilindro. Quando o pistão chega ao PMI, a válvula de admissão fecha-se, e a mistura fica presa dentro do cilindro. O mecanismo que abre e fecha as válvulas chama-se sistema de comando de válvulas.
3. Segundo Tempo: COMPRESSÃO
O segundo tempo chama-se “compressão”, e corresponde ao movimento do pistão PMI para o PMS com as duas válvulas fechadas. Nesse tempo, ocorre a segunda fase, que também chama-se “compressão”, porque o pistão comprime a mistura de ar e combustível que ficou presa dentro do cilindro. À primeira vista, a compressão parece ser um desperdício de trabalho, mas sem a mesma, a combustão produziria pouca potência mecânica e a energia do combustível perder-se-ia sob forma de calor.
4. Terceiro Tempo: TEMPO MOTOR
Antes do 3º tempo, ocorre a terceira fase, denominada “ignição”, quando a vela produz uma faísca, dando início à 4ª fase, que é a “combustão”. O terceiro tempo (Tempo Motor), corresponde à descida do pistão do PMI para o PMS, provocada pela forte pressão dos gases queimados que se expandem. Essa é a 5ª fase de funcionamento do motor, e chama-se “expansão” ou "explosão". O motor pode agora funcionar sozinho, pois o impulso dado é suficiente para mantê-lo girando até a próxima combustão.
5. Quarto Tempo: EXAUSTÃO
O quarto tempo chama-se “escapamento”, “escape” ou “descarga”, e corresponde à subida do pistão do PMI para o PMS com a válvula de escapamento aberta. Nesse tempo ocorre a 6ª fase, que chama-se também “exaustão”, porque os gases queimados são expulsos do cilindro pelo pistão. Quando este chega ao PMI a válvula de exaustão fecha-se, encerrando o primeiro ciclo, e então tudo se repete, na mesma seqüência.
Notas: Podemos que tempo é o conjunto das fases que ocorrem quando o pistão percorre um curso.
MOTOR 2 TEMPOS
1. O motor a dois tempos recebe esse nome porque seu ciclo é constituído por apenas dois tempos, conforme, veremos no item seguinte. Mecanicamente, ele é bastante simples e possui poucas peças móveis. O próprio pistão funciona como válvula deslizante, abrindo e fechando janelas( localizadas no bloco - "camisas" ), por onde a mistura é admitida e os gases queimados são expulsos.
2. Primeiro Tempo: Admitindo que o motor já esteja em funcionamento, o pistão sobe comprimindo a mistura no cilindro e produzindo uma rarefação ou depressão no cárter. Aproximando-se do PMS, dá-se a ignição e a combustão da mistura. Ao mesmo tempo, dá-se a admissão da mistura nova no cárter, devido à rarefação que se formou durante a subida do pistão.
3. Segundo Tempo: Neste tempo, os gases da combustão se expandem, fazendo o pistão descer, comprimindo a mistura no cárter. Aproximando-se o PMI, o pistão abre a janela de exaustão, permitindo a saída dos gases queimados. A seguir abre-se a janela de transferência, e a mistura comprimida no cárter invade o cilindro, expulsando os gases queimados.
Nota: Durante o ciclo de dois tempos ocorrem também seis fases como no motor a quatro tempos, das quais quatro (admissão, compressão, ignição e combustão) ocorrem no primeiro tempo e duas (expansão e exaustão) no segundo tempo.
4. Vantagens e desvantagens: O motor a dois tempos é mais simples, mais leve e mais potente que o motor a quatro tempos, porque produz um tempo motor em cada volta do eixo de manivelas. Seu rendimento é melhor em relação ao giro final.
Além disso, seu custo é menor, sendo por isso muito utilizado em aviões ultra-leves , autogiros e motores para embarcações.
Desvantagens:
a) É pouco econômico, porque uma parte da mistura admitida no cilindro foge juntamente com os gases queimados;
b) Após o escapamento, uma parte dos gases queimados permanece no cilindro, contaminando a mistura nova admitida;
c) O motor a dois tempos se aquece mais, porque as combustões ocorrem com maior freqüência;
d) A lubrificação é imperfeita, porque é preciso fazê-la através do óleo diluído no combustível;
e) O motor é menos flexível do que o de quatro tempos, isto é, a sua eficiência diminui mais acentuadamente quando variam as condições de rotação, altitude, temperatura, etc...
OBS.: Texto adaptado - www.rcmasters.com.br
1. O motor a dois tempos recebe esse nome porque seu ciclo é constituído por apenas dois tempos, conforme, veremos no item seguinte. Mecanicamente, ele é bastante simples e possui poucas peças móveis. O próprio pistão funciona como válvula deslizante, abrindo e fechando janelas( localizadas no bloco - "camisas" ), por onde a mistura é admitida e os gases queimados são expulsos.
2. Primeiro Tempo: Admitindo que o motor já esteja em funcionamento, o pistão sobe comprimindo a mistura no cilindro e produzindo uma rarefação ou depressão no cárter. Aproximando-se do PMS, dá-se a ignição e a combustão da mistura. Ao mesmo tempo, dá-se a admissão da mistura nova no cárter, devido à rarefação que se formou durante a subida do pistão.
3. Segundo Tempo: Neste tempo, os gases da combustão se expandem, fazendo o pistão descer, comprimindo a mistura no cárter. Aproximando-se o PMI, o pistão abre a janela de exaustão, permitindo a saída dos gases queimados. A seguir abre-se a janela de transferência, e a mistura comprimida no cárter invade o cilindro, expulsando os gases queimados.
Nota: Durante o ciclo de dois tempos ocorrem também seis fases como no motor a quatro tempos, das quais quatro (admissão, compressão, ignição e combustão) ocorrem no primeiro tempo e duas (expansão e exaustão) no segundo tempo.
4. Vantagens e desvantagens: O motor a dois tempos é mais simples, mais leve e mais potente que o motor a quatro tempos, porque produz um tempo motor em cada volta do eixo de manivelas. Seu rendimento é melhor em relação ao giro final.
Além disso, seu custo é menor, sendo por isso muito utilizado em aviões ultra-leves , autogiros e motores para embarcações.
Desvantagens:
a) É pouco econômico, porque uma parte da mistura admitida no cilindro foge juntamente com os gases queimados;
b) Após o escapamento, uma parte dos gases queimados permanece no cilindro, contaminando a mistura nova admitida;
c) O motor a dois tempos se aquece mais, porque as combustões ocorrem com maior freqüência;
d) A lubrificação é imperfeita, porque é preciso fazê-la através do óleo diluído no combustível;
e) O motor é menos flexível do que o de quatro tempos, isto é, a sua eficiência diminui mais acentuadamente quando variam as condições de rotação, altitude, temperatura, etc...
OBS.: Texto adaptado - www.rcmasters.com.br
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